Parceria SENAC/ADCB.
Local: Prédio da Indústria Cidadã - Próximo a Petyan.
Taxa Única: R$ 30,00.

Toda a educação científica que não se inicia com a Matemática é, naturalmente, imperfeita na sua base. [Auguste Conté] - Este blog tem a finalidade de mostrar como a Matemática pode ser simples, divertida e de fácil compreensão.
O Sisu foi criado pelo Ministério da Educação para unificar a oferta de vagas em universidades públicas, que são disputadas a partir do Enem. Os interessados podem consultar quais são os cursos disponíveis no site do programa. Cinquenta e seis insituições participam neste ano.
Além do Rio de Janeiro, os estados com maior oferta de vagas no Sisu deste semestre são Minas Gerais (4.112), Paraná (3.394), Ceará (3.154) e Maranhão (2.708). Em Rondônia, apenas o Instituto Federal de Educação Profissional e Tecnológica participa do Sisu, com oito vagas.
A lista dos aprovados será divulgada no dia 25 deste mês e os alunos selecionados deverão fazer a matrícula nas instituições de ensino do dia 29 ao dia 2 de julho. Está prevista ainda uma segunda chamada para 6 de julho. Quem não for convocado em nenhuma das duas chamadas poderá participar de uma lista de espera que será usada pelas universidades para selecionar os alunos em caso de sobra de vagas.
Confira a oferta de vagas na Bahia:
As inscrições para o segundo semestre do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) começam no dia 18 de junho. Serão 30.548 vagas oferecidas por 56 instituições públicas de ensino superior e os candidatos podem consultá-las no site do Sisu até o dia 22 de junho.
O Sisu foi criado pelo O Ministério da Educação (MEC) para selecionar estudantes em instituições públicas com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No sistema, é possível localizar cursos e vagas por localidade e instituição de ensino.
Os estudantes podem se candidatar a até duas opções de curso. Estão reservadas 8.688 vagas para o sistema de cotas.
Cronograma
A partir do dia 18, ao longo do período de inscrições, a classificação parcial e a nota de corte dos candidatos serão divulgadas diariamente no portal do Sisu para consulta. Lá mesmo será possível tirar dúvidas sobre notas de corte, datas das chamadas, período de matrículas nas instituições, resultados e lista de espera.
| Agenda do Sisu | |
| Período de Inscrições | 18/06 a 22/06 |
| Resultado da 1ª chamada | 25/06 |
| Matrícula da 1ª chamada | 29/06 a 02/07 |
| Resultado da 2ª chamada | 06/07 |
| Prazo para participar da lista de espera | 06/07 a 12/07 |
| Matrícula da 2ª chamada | 10/07 e 11/07 |
| Convocação dos candidatos em lista de espera pelas instituições | A partir de 17/07 |
No dia 25 de junho será divulgado o resultado final. Os aprovados em primeira chamada devem fazer a matrícula entre os dias 29 de junho e 2 de julho. Os selecionados para a segunda opção ou que não atingirem a nota mínima em nenhum dos dois cursos escolhidos podem permanecer no sistema e ser convocados na chamada seguinte, a partir de 6 de julho. Quem não for selecionado em nenhuma das chamadas pode pedir inclusão em lista de espera.
O candidato aprovado na primeira opção de curso será automaticamente retirado do sistema e, caso não faça a matrícula na instituição para a qual foi selecionado, perde a vaga.
Nas questões do Enem também é comum que os alunos tenham que interpretar gráficos e analisar tabelas. Mônica acrescenta que os alunos devem prestar muita atenção para conseguir identificar qual é o assunto cobrado nessas perguntas. "Muitas pessoas acham que a física é uma matéria isolada de linguagens e códigos, mas um aluno que sabe interpretar bem um texto ou gráfico terá facilidade em física também. Interpretação cai em todo o Enem, e isso só vem com a prática". Ler livros, artigos, acompanhar os jornais e desenvolver o hábito da leitura é muito importante para que você consiga fazer bem a prova. "Pode ser que o aluno nunca tenha estudado a matéria cobrada, mas a partir da interpretação do enunciado consiga resolver a questão", completa Mônica.
A elaboração da prova e o cálculo das notas dos participantes estão profundamente ligados no Enem. Ambos se apoiam num complexo sistema matemático chamado Teoria da Resposta ao Item (TRI), consagrada internacionalmente. Isso significa que a TRI tem como foco a questão e não o total de acertos. Cada pergunta é construída com base em três parâmetros: discriminação, dificuldade e acerto casual, ou seja, o famoso chute.
As perguntas são divididas previamente em grupos: fáceis, médias e difíceis. Elas estão misturadas ao longo da prova e não estão sinalizadas, o estudante não sabe qual questão pertence a qual grupo. Através de estatísticas e teorias matemáticas, a TRI analisa as respostas do aluno: se constata que ele errou muitas perguntas da categoria "fácil" e acertou muitas perguntas da categoria "difícil", considera o fato estatisticamente improvável e deduz que ele "chutou". Assim, a média do aluno que "chutou" cai. No final, a nota não depende apenas do valor absoluto de acertos, as questões mais difíceis não são as que valem mais pontos na prova. Depende também da dificuldade das questões que se acertou ou errou e do número de questões de cada categoria.
Para o Enem, o objetivo da TRI é evitar que o candidato consiga se valer do fator sorte na hora de responder as questões. Assim, a cultura de que o importante é uma boa preparação para a prova é reforçada. Uma leitura calma e concentrada das questões e uma reflexão consistente na hora de respondê-las é fundamental.
Um levantamento da Universia Brasil em todas as edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) desde 1998 apontou que eletricidade é o tema mais cobrado na prova de Física. Os números indicam que o assunto aparece abordando os diversos tipos de energia, fontes, consumo, cálculo e transformações de potência elétrica. Em segundo lugar ficou o tema termologia ou calorimetria.
Veja quais são os cinco temas mais frequentes na prova de Física
1°) Energia — Eletricidade e Mecânica
2°) Termologia ou Calorimetria
3°) Hidrostática
4°) Ondulatória
5°) Cinemática
Clique Aqui para iniciar o teste.
De 2009 a 2011, no entanto, viu-se um aumento da cobrança de conteúdo na prova do Enem. Ele ficou mais com a cara de vestibular, principalmente porque passou a ser a única forma de ingresso a muitas universidades no País. "O Enem tende, sim, a ser mais conteudista, porém com um limite; jamais como a Fuvest ou a Unicamp", aponta Rodolfo Borges.
O novo Enem – e a prova de matemática não foge disso – está em um meio termo entre as provas antigas (de 1998 a 2008) e os exames de grandes universidades brasileiras, como a USP, Unicamp ou UFRGS. "As questões de geometria, por exemplo, são, na sua maioria, triviais; fáceis de serem resolvidas, se o aluno manter a calma e for resistente suficientemente a um exame tão cansativo."
E qual é a melhor forma de estudar para o Enem de matemática? "Exercícios. O aluno tem que estar ‘afiado’ na lição de casa para que chegue à prova e não se assuste com a resolução do problema na hora", explica. Além disso, o professor destaca que o estudante tem que ter boa leitura, porque, mesmo na prova de matemática, essa competência é pedida.
Os assuntos mais pedidos na prova de matemática do Enem, de 1998 a 2011: 1- Cai na prova de matemática do Enem: Geometria
"A geometria está dividida em espacial (a que diz respeito a 3 dimensões) e a plana (que trata de apenas uma dimensão)". O que mais caiu foram exercícios pedindo área, aresta, volume de figuras como cubo, paralelepípedo, pirâmide, cilindro, triângulo, retângulo, cone, esfera, círculo. "O Enem trata da realidade do aluno, estamos rodeados de figuras como essas. É provável que seja por isso que o assunto é tão cobrado: devido à sua praticidade".
2- Cai na prova de matemática do Enem: Cálculo simples
Este não poderia faltar. O Enem é uma prova básica, que pede conceitos básicos e problemas, mais uma vez, práticos. Portanto, houve muitas questões que demandavam conhecimentos simples de multiplicação, potência, conversão de medidas, cálculo com IMC, megawatts, consumo médio de energia. Neste caso, a noção de lógica também é importante. Este tópico trata de tudo o que é respeito ao básico da matemática: lógica e operações simples.
3- Cai na prova de matemática do Enem: Interpretação
Pode parecer estranho que esta competência seja cobrada na prova de matemática e não na de português, mas, sim, você não leu errado. Até o professor Borges reforça a importância da leitura: "ela é importante porque agiliza o aluno, fazendo com que ele seja mais competitivo". A interpretação pode cair de diversas formas na prova do Enem: de gráficos, infográficos, tabelas e até textos. "São questões 'garantidas' se o aluno for resistente e não estiver nervoso", finaliza o docente.
4- Cai na prova de matemática do Enem: Porcentagem
De acordo com o professor, a melhor forma de estudar porcentagem é por meio de exercícios. A teoria por trás dela é simples e, mais uma vez, demonstra que o Enem privilegia questões com pouca complexidade e provenientes do cotidiano.
5- Cai na prova de matemática do Enem: Probabilidade
Este é outro assunto que não demanda muita teoria e deve ser amplamente estudado com exercícios. A diferença dele com os outros acima é que, dependendo da pergunta, ele pode ser mais complexo. Principalmente porque é necessário saber análise combinatória para determinar certas probabilidades, o que confere ao assunto um status de interdisciplinar dentro da matemática.
6- Cai na prova de matemática do Enem: Equações e problemas
"Funções, equações, problemas e relações de grandeza são conhecimentos essenciais para o Enem. Muitos problemas que parecem ser de área mínima ou máxima são problemas de função. Eles podem muito relacionar estes assuntos. Além disso, equações são básicas na matemática e problemas são cotidianos, ou seja, têm altas chances de estarem na prova de 2012", explica o professor. Rodolfo Borges também acrescenta ser importante saber montar uma equação a partir de problemas e o máximo e mínimo de uma função.
Finalmente, uma competência que tem despontado nos últimos exames foi estatística. "Embora ela não caia muito nos vestibulares, ela é importante para o Enem", aponta o professor da UNICAMP. Média, moda e mediana foram assuntos que chamaram atenção na última edição da prova, porque raramente constavam em vestibulares.
A correção, feita pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), segue um modelo no qual quem acerta mais ganha mais pontos. Isso significa que a TRI tem como foco a questão e não o total de acertos. Cada pergunta é construída com base em três parâmetros: discriminação, dificuldade e acerto casual, ou seja, o chute.
O primeiro parâmetro, de discriminação, permite que pessoas com habilidades diferentes possuam as mesmas chances de acertar uma questão. Com o segundo parâmetro é possível determinar o grau de dificuldade das questões que o candidato acertou.
Já o terceiro parâmetro, de acerto casual, funciona como uma prevenção contra o chute. Nesse item é analisada a consistência das respostas do candidato, o que significa que se você acerta uma questão muito mais complexa do que a sua média de acertos a TRI considera isso como acerto casual e acaba influenciando na sua nota final.
A TRI mede o conhecimento do aluno e não a quantidade de questões decoradas por ele. Por isso, estudantes com médias mais coerentes têm mais chances de alcançar melhores notas. E mesmo que dois alunos acertem o mesmo número de questões, dificilmente alcançarão o mesmo resultado. Por esse motivo, mesmo com o gabarito é impossível saber a sua nota.
| CRONOGRAMA DO ENEM 2012 | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Início das inscrições | 28/05 | |||||||||
| Término das inscrições | 15/06 (23h59) | |||||||||
| Pagamento das incrições | Até 20/06 | |||||||||
| Taxa de inscrição | R$ 35 | |||||||||
| Data das provas | 03/11 (13h - 17h30): - ciências humanas - ciências da natureza 04/11 (13h - 18h30): - linguagens - matemática - redação |
|||||||||
| Divulgação do gabarito | 07/11 | |||||||||
| Resultado individual | 28/12 | |||||||||
| Fonte: Inep | ||||||||||
| ÁREAS DO CONHECIMENTO DO ENEM |
|---|
|
Ciências humanas e suas tecnologias: história, geografia, filosofia e sociologia |
|
Ciências da natureza e suas tecnologias: química, física e biologia |
| Linguagens, códigos e suas tecnologias e redação: língua portuguesa, literatura, língua estrangeira (inglês ou espanhol), artes, educação física e tecnologias da informação e comunicação |
| Matemática e suas tecnologias: matemática |
| VEJA AS COMPETÊNCIAS DA REDAÇÃO |
|---|
| Competência I: Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita |
| Competência II: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. |
| Competência III: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. |
| Competência IV: Demonstrar conhecimento dos mecanismos lingüísticos necessários para a construção da argumentação. |
| Competência V: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. |
| Fonte: Inep |